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Capital: A capital Jerusalém, disputada e não reconhecida pela comunidade internacional, é uma cidade de 600 mil habitantes, dos quais mais de 200 mil são palestinos.
Primeiro-Ministro: Ariel Sharon
Principais cidades: Tel Aviv, Haifa.
Idiomas falados: hebreu e árabe.
Religião: Judeus 81%, muçulmanos 14,5%, cristãos 3%, druzos (seita quase mulçumana com crenças e rituais secretos) 1,7%.
Forças armadas: estimada em 172.500 no exército regular, e 425.000 reservistas.
Economia: exportação de armas e altas tecnologias.
Política: democracia parlamentar sem constituição.

Jerusalém é considerada sagrada por três religiões: judeus, muçulmanos e cristãos. Este é um dos pontos mais difíceis para as negociações entre judeus e mulçumanos: ambos querem a cidade sagrada e todos querem controlar a cidade construída pelos reis judeus, onde Cristo viveu e para aonde Maomé foi depois de ser expulso de Meca.

Para as três religiões Jerusalém é um local sagrado, destino de peregrinações e orações, mas judeus e palestinos mulçumanos reclamam o direito ancestral de dirigi-la. Nenhuma das duas partes admitem um governo desvinculado da religião.

O Estado de Israel foi criado em 1948, tem 28.251 km2. Israel foi proclamado no dia 15 de maio de 1948, após uma votação da Onu em 1947, que recomendou a partilha da palestina em dois estados: um hebreu e o outro árabe.

Desde a sua criação, quatro guerras opuseram Israel aos vizinhos árabes: em 1948 ocorreu a guerra da Independência; a guerra israelense-egípcia (Suez-1956); a guerra dos Seis Dias que ocorreu em junho de 1967; em 1973 ocorreu à guerra do Yom Kippur, também conhecida como guerra de Outubro de 1973.

No ano de 1982 as tropas israelenses invadiram o Líbano e não se retiraram até 1985, mas continuaram a se manter em uma "zona de segurança" localizada ao sul do país, de onde Israel se retirou em maio 2000. O exército israelense também enfrentou duas revoltas palestinas na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. A primeira entre 1987 e 1993 a segurança, que ainda prossegue, começou a 28 de setembro de 2000.

Em Israel são 6,2 milhões de habitantes, dos quais 18% (aproximadamente um milhão) são árabes-israelenses, 240.000 representam outras minorias.

O país possui fronteiras ao norte, com o Líbano, ao nordeste com a Síria, a leste com a Jordânia e ao sul com o Egito. Em 1967,Israel anexou Jerusalém Oriental e em 1981 as colinas do Golã.

Esses territórios, cuja autoridade suprema está em discussão, não se incluem na superfície do país.

Jerusalém hoje

Hoje, a superfície do município é o triplo da superfície ocupada por Jerusalém em 1967, devido à construção de onze bairros judeus na periferia da cidade árabe. Em 1967, a cidade tinha 200 mil habitantes. Atualmente, são 600 mil. Duzentos mil palestinos vivem na parte oriental da cidade. Têm um visto de residência permanente, mas não a cidadania israelense.

Jerusalém Oeste

Em 1948 a capital do Estado de Israel foi proclamada. Após a guerra dos Seis Dias, em 1967, a parte oriental da cidade foi anexada.

Origem dos confrontos árabes-israelenses

Os conflitos no Oriente Médio têm sua origem em uma disputa territorial. Os palestinos reclamam as terras que estavam sendo ocupadas por Israel ao longo dos anos, desde a divisão da Palestina no final da década de 40, para a formação de seu estado independente.

O Estado palestino passaria a ocupar a região da Cisjordânia e da Faixa de Gaza e, se aprovado, passaria pelo centro de Israel. Hoje, os dois territórios concentram os grandes focos dos conflitos no Oriente Médio.

A disputa em função da religiosidade na região tem ainda como questão central a cidade de Jerusalém. Os palestinos querem a parte leste da cidade para que seja a capital de seu futuro estado. Porém, os israelenses consideram a cidade sua capital santa e indivisível.

Fonte de Pesquisa: Portal Terra/Portal Lagoinha.com/www.morasha.com.br
Adaptação de Texto: M.A
Redação PIBMilionarios.com

 


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