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Foto ilustrativa

 

No terceiro mês de saírem os Filhos de Israel da terra do Egito, neste dia chegaram ao deserto do Sinai e acamparam no deserto, e acampou ali Israel em frente ao monte (Êxodo 19:1).

 

 Sete semanas após terem sido libertados do jugo do Faraó e da escravidão egípcia, o povo de Israel, liderado por Moisés que agia sob instruções Divinas acampa ao pé do Monte Sinai para seu tão esperado encontro com Deus.
 Os Filhos de Israel sabiam que o Todo-Poderoso prometera a Moisés que no terceiro mês do Êxodo do Egito Ele se revelaria a eles na montanha
 . Mas para merecer tal Revelação, o povo precisava estar espiri-tualmente preparado, pois, ao sair do Egito, os israelitas encontravam-se num nível muito baixo de espiritua-lidade. Os judeus vagaram durante sete semanas no deserto para se purificar espiritual e mentalmente. Foi apenas ao chegar ao Monte Sinai, 49 dias após a saída do Egito, que cada um deles atingiu o nível de espiritualidade imprescindível para presenciar a Revelação Divina. A contagem do Omer vem simbolizar esta ascensão do povo judeu durante estes 49 dias.
 Havia, porém, uma outra condição necessária para que os B’nei Israel pudessem receber a Torá: devia reinar entre todo o povo harmonia, paz e união absoluta. Desde a libertação do Egito, havia constantes descontentamentos e desentendimentos entre eles. Mas, ao chegar ao Monte Sinai, os judeus demonstravam fé e confiança absoluta em Deus. Reinava entre Israel a paz mais profunda, como se o povo inteiro fosse um único homem, com uma única voz. Rashi, afirma que Israel acampou ao pé do Monte Sinai como um só homem, com um só coração.
 
  A Torá relata: E acampou ali Israel frente ao monte
 (Êxodo 10:2), indicando-nos que todo o povo formava uma só unidade. Afirmam nossos sábios que foi ao comprovar esta unidade que Deus considerou Israel merecedor de receber Sua Palavra e de se tornar o Seu povo.
 O encontro dos Céus com a terra, no Monte Sinai, foi o mais importante evento na história judaica e ocorreu por um único motivo: a outorga da Torá aos Filhos de Israel. Pela primeira e única vez na história da humanidade, Deus se revela perante todo um povo e o incumbe de uma missão: cumprir Suas Leis e disseminar ao mundo a Sua Palavra.
 
 A Revelação no Monte Sinai
 
 A Torá conta que a Revelação de Deus diante do povo judeu foi um evento dramático e estarrecedor, anunciado por relâmpagos e trovões. Toques de Shofar ressoavam enquanto uma nuvem pesada de fumaça cobria o monte. Está no livro Êxodo: O Monte Sinai estava todo em fumaça por causa da Presença que tinha descido sobre ele (19:18).
 
 Revela o Midrash que “quando o Santo, Bendito Seja, ofereceu a Torá no Sinai, ave alguma piou nem vôo levantou; boi algum mugiu; anjo algum ascendeu aos Céus e não se ouviu serafim proclamar louvores a Deus. Absoluto silêncio reinava no universo. Foi então que a Voz adiantou-se, proclamando: ‘Eu sou o Senhor, teu Deus...’ (Shemot Rabá 29:9).
 
 Como Deus é um Ser puramente espiritual, o povo judeu não pôde vê-Lo, mas apenas ouvir Sua voz enquanto anunciava os Dez Mandamentos. Os místicos revelam que estes correspondem às Dez Proclamações com as quais Deus criou o universo. Portanto, a Revelação do Sinai corresponde a uma nova Criação um novo mundo regido por Leis Divinas, transmitidas a todo um povo com a missão de cumpri-las e transmiti-las ao restante da humanidade. De fato, a libertação dos judeus do Egito e todos os milagres realizados por Deus durante o Êxodo foram meros prelúdios para a Revelação. Nossos sábios explicam que o propósito da Criação foi alcançado quando Israel homens, mulheres e crianças ouviram o Todo Poderoso proclamar os Dez Mandamentos e se comprometeram a seguir a Torá. Ensinam os místicos que não estavam presentes apenas os judeus que foram libertados do Egito, mas sim, todas as almas judias. Mesmo as que ainda estavam por nascer estavam presentes durante a Revelação Divina. O elo entre Deus e o Povo Judeu é eterno, pois foi selado com todas as gerações judaicas subseqüentes.
 
 Finalmente, após as Leis terem sido anunciadas, todo Israel responde em uníssono e com um único pulsar de coração: Faremos e ouviremos , Naassê Venishmá! (Êxodo 24:7). Com estas palavras, o povo de Israel expressa sua prontidão para servir a Deus, por livre escolha e com devoção absoluta. Prometem adotar incondicionalmente as Leis Divinas como base de toda sua existência e selam um pacto eterno com o Senhor. Por ter-se comprometido a seguir todos os mandamentos de Deus mesmo antes de entender o significado e propósito de cada um deles Israel, naquele instante, ascende espiritualmente ao nível dos anjos.
 No entanto, a Revelação Divina foi uma experiência muito avassaladora. Após o Eterno proclamar os Dez Mandamentos que formam o núcleo dos 613 mandamentos da Torá o povo pede a Moisés que ele, e não Deus, lhes transmitisse e ensinasse os demais preceitos Divinos: Fala-nos tu e te ouviremos; porém não fale Deus conosco que morreremos (Êxodo, 20:19). E assim Deus chamou Moisés para que ele subisse o Monte Sinai, onde permaneceria 40 dias e 40 noites para d’Ele aprender toda a Torá e seus detalhamentos. E a Moisés caberia transmitir ao povo seus meandros e pormenores.

 

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